A pulverização resolve o problema de hoje. O mapeamento agrícola mostra onde estará o problema de amanhã — e onde você está perdendo dinheiro sem perceber. Com o DJI Mavic 3 Multiespectral e processamento profissional, transformamos a fazenda inteira em dados acionáveis.
O que o olho não vê, o sensor vê
Uma planta sob estresse muda a forma como reflete a luz antes de mostrar sintoma visível. Sensores multiespectrais capturam essas faixas de luz e geram índices de vigor:
- NDVI — o índice clássico de vigor vegetativo: revela zonas fracas, falhas de irrigação, ataque de praga e deficiência nutricional em estágio inicial;
- NDRE — mais sensível em vegetação densa e fases avançadas da cultura, onde o NDVI satura; excelente para manejo de nitrogênio e monitoramento de pomares adultos.
O resultado é um mapa de calor da saúde da lavoura: verde onde está forte, amarelo e vermelho onde precisa de atenção. Em vez de tratar a fazenda inteira igual, você trata cada zona conforme a necessidade — a essência da agricultura de precisão.
Ortomosaico com RTK: a fazenda em altíssima resolução
O mapeamento gera também o ortomosaico: uma imagem única, georreferenciada e de alta resolução de toda a área, construída a partir de centenas ou milhares de fotos com correção RTK de precisão centimétrica. Sobre ele, desenhamos os talhões, medimos áreas reais, planejamos carreadores e documentamos a evolução da fazenda safra a safra.
Contagem de plantas e falhas de plantio por IA
Em culturas perenes e semiperenes, uma das entregas mais valiosas é a contagem automática de plantas: a inteligência artificial identifica cada copa individualmente no ortomosaico. Cruzando o número contado com o esperado pelo espaçamento, o relatório mostra, talhão por talhão, quantas plantas existem e onde estão as falhas de plantio.
O que você recebe
- Ortomosaico em alta resolução (com versão leve para compartilhar);
- Mapas de índice NDVI/NDRE com zonas de manejo;
- Contagem de plantas e mapa de falhas por talhão;
- Relatório técnico interpretado — não só o mapa, mas o que fazer com ele.
Quando mapear?
Os melhores momentos são o pós-plantio (para auditar o estande), os picos de desenvolvimento vegetativo (para manejo nutricional e fitossanitário) e o pré-colheita (para estimar produção). Em fruticultura irrigada, o mapeamento periódico cria um histórico comparativo que vale ouro na gestão.
Mapeamento e pulverização juntos fecham o ciclo: o mapa mostra onde agir, o drone de aplicação age exatamente ali. Menos insumo, mais resultado.
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