No Seridó, a força está na pecuária leiteira e na produção de forragem — e é aí que a aplicação aérea entra: capim, palma e pastagem tratados com rapidez, sem compactar solo já castigado pela seca e sem depender de máquina que nem sempre está disponível na propriedade.
Controle de invasoras em pastagem e aplicação foliar em capim são operações que costumam ficar para depois por falta de equipamento disponível. O drone resolve em uma fração do tempo, cobrindo área extensa por dia sem exigir nenhuma estrutura da fazenda além do ponto de água.
Em região semiárida, a estrutura do solo é um ativo frágil. Máquina pesada em área de pastagem compacta e piora a infiltração de água justamente onde cada chuva conta. A aplicação aérea não encosta no solo.
Também levantamos áreas para gestão: perímetro real de talhões e pastos, medição de açudes e aguadas, monitoramento de cobertura vegetal e documentação georreferenciada da propriedade — útil para planejamento, crédito rural e regularização.
A faixa praticada é de R$ 100 a R$ 180 por hectare. O valor final depende da distância até a propriedade, do tamanho da área e principalmente do volume de calda em litros por hectare — quanto maior a litragem, mais voos e baterias por hectare, e maior o custo. Entenda a lógica completa no artigo quanto custa a pulverização com drone.
Além da aplicação, atendemos a região com mapeamento com drone: ortomosaico georreferenciado, índices NDVI e NDRE, contagem de plantas por inteligência artificial, levantamento topográfico, volumetria e termografia. E, como representantes DJI, também fazemos venda de drones agrícolas com treinamento e apoio na regularização.
Informe a cultura, o tamanho da área e o que precisa aplicar. Devolvemos o orçamento e a janela de atendimento com agilidade.
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